Immigration News Update
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Immigration News Update

Rescission of Memorandum Providing for Deferred Action for Parents of Americans and Lawful Permanent Residents (“DAPA”)

by Norka Schell, Attorney on 06/16/17

Release Date: 
June 15, 2017

On June 15, Department of Homeland Security Secretary John F. Kelly, after consulting with the Attorney General, signed a memorandum rescinding the November 20, 2014 memorandum that created the program known as Deferred Action for Parents of Americans and Lawful Permanent Residents (“DAPA”) because there is no credible path forward to litigate the currently enjoined policy. 

The rescinded memo purported to provide a path for illegal aliens with a U.S. citizen or lawful permanent resident child to be considered for deferred action.  To be considered for deferred action, an alien was required to satisfy six criteria:

(1) as of November 20, 2014, be the parent of a U.S. citizen or lawful permanent resident;

(2) have continuously resided here since before January 1, 2010;

(3) have been physically present here on November 20, 2014, and when applying for relief;

(4) have no lawful immigration status on that date;

(5) not fall within the Secretary’s enforcement priorities; and

(6) “present no other factors that, in the exercise of discretion, make [ ] the grant of deferred action inappropriate.”

Prior to implementation of DAPA, twenty-six states challenged the policies established in the DAPA memorandum in the U.S. District Court for the Southern District of Texas. The district court enjoined implementation of the DAPA memorandum, the United States Court of Appeals for the Fifth Circuit affirmed the district court’s decision, and the Supreme Court allowed the district court’s injunction to remain in place.

The rescinded policy also provided expanded work authorization for recipients under the DACA program for three years versus two years.  This policy was also enjoined nationwide and has now been rescinded. 

The June 15, 2012 memorandum that created the Deferred Action for Childhood Arrivals (DACA) program will remain in effect. 

For more information, see our frequently asked questions.

ALIENS PRESENT WITHOUT admission or parole

by Norka Schell, Attorney on 06/13/17

(i) In general.-An alien present in the United States without being admitted or paroled, or who arrives in the United States at any time or place other than as designated by the Attorney General, is inadmissible.

(ii) Exception for certain battered women and children.-Clause (i) shall not apply to an alien who demonstrates that-

(I) the alien is a VAWA self-petitioner;

 (II)(a) the alien has been battered or subjected to extreme cruelty by a spouse or parent, or by a member of the spouse's or parent's family residing in the same household as the alien and the spouse or parent consented or acquiesced to such battery or cruelty, or (b) the alien's child has been battered or subjected to extreme cruelty by a spouse or parent of the alien (without the active participation of the alien in the battery or cruelty) or by a member of the spouse's or parent's family residing in the same household as the alien when the spouse or parent consented to or acquiesced in such battery or cruelty and the alien did not actively participate in such battery or cruelty, and

(III) there was a substantial connection between the battery or cruelty described in sub-clause (I) or (II) and the alien's unlawful entry into the United States.

Inadmissibility because of criminal history

by Norka Schell, Attorney on 06/09/17

Not all criminal history disqualifies an applicant from receiving a visa or green card. Generally speaking, immigration authorities may deny entry if you have been convicted of any of the following crimes of “moral turpitude”:


·         Drug crimes

·         Recent misdemeanors

·         Crimes involving fraud

·         Crimes involving theft

·         Violent crimes

·         Sex crimes

Even crimes that normally would render a person inadmissible may be subject to a waiver under certain circumstances. Moreover, convictions that appear to have been politically motivated may not result in disqualification.

Contact a firm that can help you deal with your criminal history

While immigration law is generally not kind to those with criminal records, our attorneys at Law Offices of Norka M. Schell, LLC know the exemptions and intricacies that can allow our clients in New York to avoid removal or start a new life in America. Contact our experienced immigration lawyers in New York City today at 1 (212) 564-1589 for creative solutions to your complex immigration problems.  For an office appointment in Boston, Massachusetts, call 1 (781) 223-6100.


Congressional Research Service

by Norka Schell, Attorney on 05/22/17

The DACA and DAPA Deferred Action Initiatives Frequent Asked Questions.

DECRETO DO EXECUTIVO PARA PROTEGER A NAÇÃO CONTRA A ENTRADA DE TERRORISTAS ESTRANGEIROS NOS ESTADOS UNIDOS

by Norka Schell, Attorney on 04/30/17

"Pela autoridade que me foi conferida como presidente pela Constituição e pelas leis dos Estados Unidos da América, incluindo a Lei de Imigração e Nacionalidade (INA), Título 8 do Código dos EUA, parágrafo 1101 e alterações subsequentes, e a seção 301 do Título 3 do Código dos Estados Unidos, e para proteger os americanos de ataques terroristas cometidos por estrangeiros admitidos nos Estados Unidos, fica pelo presente decreto determinado o que segue:

Seção 1Propósito. O processo de emissão de vistos tem um papel crucial para detectar indivíduos com vínculos terroristas e impedir que entrem nos EUA. Talvez em nenhum momento isso tenha ficado mais evidente do que nos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, quando a política do Departamento de Estado impediu os funcionários consulares de investigar adequadamente os pedidos de visto de vários dos 19 estrangeiros que mataram quase 3 mil americanos. E enquanto o processo de emissão de vistos era revisto e alterado após os ataques de 11 de setembro com a finalidade de identificar melhor potenciais terroristas e impedi-los de receber vistos, essas medidas não impediram ataques cometidos por estrangeiros admitidos nos Estados Unidos.

Vários estrangeiros foram condenados ou implicados em crimes relacionados com terrorismo desde 11 de setembro de 2001, inclusive estrangeiros que entraram nos Estados Unidos após receber visto de visitante, estudante ou trabalho ou que entraram pelo programa dos Estados Unidos de reassentamento de refugiados. As condições de deterioração em determinados países por causa de guerra, conflitos, desastres e agitação civil aumentam a probabilidade de que os terroristas recorram a todos os meios possíveis para entrar nos Estados Unidos. Os Estados Unidos devem manter-se vigilantes durante o processo de emissão de vistos a fim de garantir que os aprovados para admissão não pretendam prejudicar os americanos e não tenham nenhuma ligação com o terrorismo.

Com o propósito de proteger os americanos, os Estados Unidos devem garantir que as pessoas admitidas neste país não tenham atitudes hostis contra ele e seus princípios fundadores. Os Estados Unidos não podem e não devem admitir pessoas que não defendam a Constituição ou que colocariam ideologias violentas acima da lei americana. Além disso, os Estados Unidos não devem admitir pessoas que participem de atos de fanatismo ou ódio (incluindo homicídios de “honra”, outras formas de violência contra as mulheres ou a perseguição de pessoas que praticam religiões diferentes da sua) ou aquelas que oprimem os americanos de qualquer raça, gênero ou orientação sexual.

Seção 2Política. É política dos Estados Unidos proteger seus cidadãos de estrangeiros que pretendem cometer atentados terroristas nos Estados Unidos e evitar a admissão de estrangeiros que pretendem explorar as leis de imigração dos Estados Unidos para fins maléficos.

Seção 3Suspensão da emissão de vistos e outros benefícios de imigração para cidadãos de países que causam preocupação especial. (a) O secretário de Segurança Interna, em consulta com o secretário de Estado e o diretor de Inteligência Nacional, deve imediatamente fazer uma análise com o objetivo de determinar as informações necessárias de qualquer país para fins de investigações relacionadas com qualquer visto, admissão ou outro benefício nos termos da INA (adjudicações), com o propósito de verificar se a pessoa que solicita o benefício é quem alega ser e não representa ameaça à segurança ou à segurança pública...".